quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Pensando no Natal...

Fim de ano está chegando!... E já que na Terapia Holística avalia-se saúde como um todo, ou seja, entende-se que as doenças não estão relacionadas com disfunções meramente físicas, mas também com alterações crônicas no humor e com características de personalidade que gerem traumas e/ou limitações, entendo que este é um ótimo momento para que falemos sobre emoções!
Natal, Reveillon, Páscoa... Ufa! Haja dinheiro!!!! Pois é, infelizmente é a dura realidade! Momentos que antes eram simbolismo de união, entendimento, paz de espírito, tolerância, agora se resumem em datas de compras, endividamento, irritabilidade. Até há um novo nome de doença: “Estresse de fim-de-ano”! É cômico e infeliz ao mesmo tempo...
Há alguns dias, após lembrar aos meus filhos que a figura do “Papai Noel” foi criada por uma determinada marca de refrigerante lá pelo meio do século passado (pensemos: vermelho, branco e preto...), conversamos com meu avô - 85 lúcidos anos! – sobre como era o Natal antes disso:
“Bem, trocávamos presentes, quando podíamos comprar, fazíamos uma oração e a ceia juntos, e assim a família passava um dia de forte união, lembrando dos ensinamentos de Jesus. Lembro que meus pais faziam questão de nos ensinar estes valores!”
Bom... Sem falar sobre religiosidade vazia e dogmática, já que criamos uma data para lembrar do nascimento de Jesus e de toda a importância que isto nos trás (sim, criamos, porque Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro!!!!), entendo que o sentido deste momento vem deixando de existir quando temos, quase que obrigatoriamente, que cearmos e presentearmos pessoas que nem gostamos tanto assim. Afinal, o que nos impede de fazermos uma festa diferente, apenas com as pessoas que amamos (nem sempre nossos parentes?)?
E o que tem a ver o Natal e outras festas com saúde? Tudo, porque se exercitarmos em nós a tolerância, o amor próprio (“Ame a Deus e ao Próximo como à Si mesmo”!), e a gratidão pela vida, seremos mais felizes e essa é a chave da saúde completa, seja física ou emocional! Somente através do caminho da felicidade superaremos toda e qualquer dificuldade. Basta prestarmos atenção nas pessoas que passam o dia reclamando das coisas e veremos que não têm uma vida boa, caminhando bem longe da saúde que gostariam de ter.
É claro que não é fácil! O método de vida que criamos para nós atualmente nos joga mais e mais à irritabilidade e ao descontentamento. São tantos políticos hipócritas, comerciantes desonestos que nos roubam os “pequenos” centavos e inúmeras outras situações que nos convidam a perder a calma... (Tente, por exemplo, cancelar um serviço de sua conta telefônica!)
É justamente por isso que, além de dar presentes para as pessoas que amamos, é importantíssimo que tenhamos e ensinemos às crianças esse simbolismo, dos dias que nos lembrem que a vida pode ser melhor, de alguma forma, seguindo alguma orientação de algum Mestre amoroso.
Esta é a única forma de vivermos felizes e com saúde. Não fosse assim, pensemos juntos: nunca antes houve tantas farmácias vendendo toneladas de medicamentos, contudo, nunca antes os hospitais estiveram tão cheios de doentes...
Pensemos nisso e Sejamos felizes!

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Colesterol “alto”!

Quem é que nunca ouviu falar nisto?
Pois muito bem. Vamos falar sobre este problema que está envolvendo cada vez mais e mais pessoas em todas as regiões do mundo ocidentalizado. Na verdade, o colesterol em si não é o verdadeiro vilão; acontece que o estilo de vida que levamos contribui para que os níveis desta substância estejam acima das taxas normais, contribuindo para a formação de placas de gorduras que se fixam dentro das artérias e veias, provocando as graves doenças cardiovasculares.
E o que poderíamos fazer para que estes níveis voltem aos índices normais? Bem, acredito que seria importante entendermos como funciona o processo, porque se percebe que apenas diminuir o consumo de alimentos ricos em gorduras e o uso de medicamentos não é o suficiente! Quando recebemos o resultado dos exames de sangue, lá constam geralmente, 4 índices: o VLDL, o LDL, os TRIGLICÉRIDES, e o HDL. Quando a pessoa apresenta níveis altos de colesterol, um destes três primeiros índices (ou os três), está acima das taxas referenciais e o HDL (o colesterol “bom”), provavelmente, estará abaixo dos seus níveis normais. Aí é que está a questão!
O HDL deve estar sempre em níveis equilibrados, pois é ele que transporta a gordura mais “pesada” de volta para o fígado, onde irá se transformar em bile, ou para os intestinos, aonde as fibras irão se encarregar de transportar estas gorduras para as fezes.
Como aproximadamente 70% do colesterol total são produzidos no próprio fígado, uma simples mudança nos hábitos alimentares irá ajudar muito pouco; é preciso aumentar os índices de HDL para que este atue como um “transportador”, levando os “maus colesteróis” para os intestinos e daí, com o auxílio das fibras, para fora do corpo junto das fezes.

Como fazer isto? Bom, são necessários dois fatores para que os níveis de HDL aumentem:

  • Exercícios (uma caminhada de 40 minutos, 3x / semana já é o suficiente);
  • Ácido Linolénico, que é uma substância que estimula o organismo a produzir HDL em maior escala (3 castanhas-do-Pará ou 2 nozes ou ainda 1 colher das de sopa de azeite de oliva extra-virgem ao dia, bastam!).

Ao contrário que muitos imaginam, as Castanhas e demais oleaginosas não engordam nem aumentam o colesterol, quando ingeridas em quantidades equilibradas.

Muito bem, chegamos aos intestinos; mas se neste local não estiverem as fibras alimentares, estas substâncias serão reabsorvidas pelas paredes intestinais, retornando assim ao fígado e após para a corrente sanguínea, reiniciando ou agravando o processo de “entupimento” das veias e artérias.

Portanto, não se pode falar em um tratamento realmente efetivo para diminuir o colesterol “ruim” sem citar a necessidade das fibras alimentares, encontradas nos alimentos integrais, vegetais crus, cereais e em quase todos os alimentos naturais.

Dica!!! Pode-se ainda intensificar o tratamento, quer seja natural ou químico, com o uso correto de algumas plantas medicinais cientificamente comprovadas para este fim, como é o caso da Amora-Branca e a Nogueira. Converse com seu Terapeuta e ele lhe indicará a melhor forma de utilizar tais plantas.

Sejamos felizes!

domingo, 14 de outubro de 2007

“Vem chegando o Verão...”

Pois é, logo mais o verão está por aí e começarão as preocupações com os excessos alimentares que cometemos durante o inverno, resultando em alguns quilinhos a mais em nossas balanças. Natural... é sempre assim, afinal durante os meses de mais frio, há séculos, nos programamos para armazenar um pouco mais de gordura para que tenhamos mais conforto e segurança nos dias mais rigorosos.
Mas agora, todos nós queremos voltar às pazes com os biquínis e bermudas e assim nos sentirmos bem conosco mesmos, com uma boa auto-estima!
Novamente, assim como em todos os anos, surgirão inúmeras fórmulas “milagrosas”, químicas ou naturais para que alcancemos o peso ideal e as medidas de sonho para nossos corpos. É obvio e todos já sabemos bem, que nada acontece por acaso e que as varinhas mágicas só existem nas lendas infantis. Portanto, sem retomarmos as atividades físicas e uma alimentação adequada, ficaremos sempre no “querer”, sem alcançar realmente o resultado que gostaríamos.
Nestes anúncios (às vezes mirabolantes, bem verdade), de produtos que ajudam na diminuição de peso há algumas plantas que realmente produzem um resultado satisfatório, em união das mudanças do estilo de vida.
Há duas delas que, em conjunto, produzem uma ação bastante ampla, agindo em diversos sistemas e assim, contribuindo na diminuição de peso, gorduras localizadas e no excesso de toxinas (os chamados radicais livres) que nos levam a um envelhecimento mais acelerado que o biologicamente programado.
São elas: Porangaba (também chamada Chá de Bugre ou Guaçatonga) e o Gengibre. São facilmente encontradas nas casas de produtos naturais de todo o país, sob a forma de cápsulas ou chás.
Particularmente, a atuação da Porangaba se dá no sistema digestório, combatendo inflamações e úlceras no estômago, além de normalizar o processo de digestão dos alimentos. A ação depurativa do sangue também é bem expressiva, auxiliando na diminuição das medidas corporais.
Já o Gengibre, além de ser um excelente digestivo, de combater os enjôos de viagem (carro, barco ou avião) e de atuar como um bom estimulante físico e mental, sabe-se que age diretamente sob o pâncreas fazendo com que esta glândula aumente a produção de uma enzima chamada “lipocaíco”, que tem função específica de queimar gorduras no corpo humano, inclusive as localizadas!!! Importante lembrar aos hipertensos e gestantes que nestes casos, o gengibre é totalmente contra-indicado.
Para aqueles que já estejam interessados em se beneficiar com estas plantas, aí vai a forma ideal de utilizá-las:
  • Dosagem/ modo de usar: normalmente encontram-se ambas as plantas em cápsulas de 300 a 500mg. Desta forma, utilizam-se 1 cápsula de cada, 3x/dia, após as refeições.
  • Duração da administração: ideal não mais de 90 dias.

Importante lembrar que, por mais que estas plantas sejam realmente eficientes, elas precisam de sua ajuda: corra, passeie, nade, surfe, caminhe, dance, namore e acima de tudo... Sejamos felizes!!!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Consciência no esporte

Somente aqueles que praticam atividades físicas sabem realmente o prazer que se pode alcançar ao fazer corridas, caminhadas, surf, academia, ciclismo, natação, skate, etc.
Mas um estranho paradoxo surge nos dias atuais: atletas amadores ou profissionais, que seriam o ícone de saúde, vitalidade e jovialidade caem diante das câmeras e máquinas fotográficas, vítimas de refluxos, ataques cardíacos fulminantes, acidentes vasculares cerebrais... Isso sem levar em conta as inúmeras lesões musculares e articulares que o impedem de dar continuidade ao seu trabalho ou lazer, mergulhando em cirurgias e infindáveis sessões de fisioterapia.
Pode-se dizer que lhes falta consciência na prática do seu esporte! Limites físicos são cobrados muito acima das suas capacidades reais de alcançá-los, a alimentação é feita sem parâmetros do que seria realmente necessário ou saudável e o estímulo para a superação e a vitória é feito muitas vezes com um acompanhamento psicológico paralelo inadequado, aonde o atleta é pouco educado a vencer e também a perder.
No entendimento da medicina natural, há diversos recursos que permitem que cada desportista, seja amador ou profissional, alcance seus limites com alta qualidade e de forma equilibrada e duradoura, sem que tenha que “pendurar as chuteiras” aos 35 anos, como normalmente acontece.
Há práticas que, em conjunto, permitem que o atleta de qualquer atividade alcance seu potencial de saúde física e psicológica e estenda esses ganhos a todos os campos de sua vida, tornando-se um “atleta de si mesmo”!
É absolutamente importante o estado de total consciência quanto as próprias capacidades e limitações, pois somente desta forma pode-se traçar e alcançar objetivos reais e coerentes, quer seja o destaque do 1° lugar numa competição ou o bem-estar após um fim-de-tarde de ondas sem qualquer tipo de dor. “Claro que é desejável que conheçamos nossos pontos fortes e fracos. Conhecer os pontos fortes traz confiança, inspiração, motivação e satisfação. Mas só ter consciência das fraquezas nos permite fortalecer os elos fracos e aperfeiçoar de modo coerente nossa condição”, cita Dan Millman em seu livro “O atleta interior”.
Uma vez identificadas estas fraquezas, os métodos da medicina natural nos ajudam a corrigi-las.
Nestes anos de atendimento a desportistas em consultório, tenho constatado que somente com um tratamento holístico (integral) se pode alcançar e manter esta perfeição (equilíbrio entre o estado físico, mental, emocional e espiritual).
Sejamos felizes!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Auto-estima

Uma pesquisa realizada em 2006 pela International Stress Managemant Association (ISMA) constatou que nada mais, nada menos que 59% da população brasileira sofre de baixa auto-estima, contra 27% dos franceses e apenas 22% dos norte-americanos. É assustador, mas infelizmente, a mais dura realidade!
A questão está tão arraigada em nossa cultura, que expressões como “tudo bem!” ou “desculpas por alguma coisa!” já fazem parte do nosso dia-a-dia. Há um tempo, uma montadora de automóveis no Brasil lançou na mídia uma propaganda de um de seus carros, onde mostrava o cidadão pedindo um suco de limão e lhe entregavam um caminhão de limões que caíam em sua cabeça e ele simplesmente respondia, erguendo seu dedão com um sinal de aprovação dizendo: “tudo bem!!!”.
Pois é, e assim vamos aceitando todas as coisas passivamente, sem colocarmos energia naquilo que realmente gostaríamos. Desta forma, é claro que não poderemos reclamar se nossa vida não está como imaginamos no sentido de felicidade, saúde, relacionamentos, porque... TUDO BEM!!!, não tem problema!!!....
Sabe aqueles dois centavinhos que sempre “esquecem” de nos devolver no troco do mercado e que nós não damos importância? Como poderemos enriquecer se não valorizamos nosso próprio dinheiro? Diz o ditado que “a grande obra se faz nos pequenos detalhes!”... Pois é. Com certeza eles não deixam de nos cobrar esses “pequenos” dois centavinhos, não é? Analisando: quem está rico e quem está pobre???
Quanto a nossa saúde, também funciona assim. Quem ama a quem não se ama verdadeiramente? Como respeitar alguém que não se respeita? Será que é adequado deixarmos propagandas de refrigerantes e outros alimentos industrializados ditarem o que é saudável para nós ou nossos filhos sem uma análise mais criteriosa??? O fato de uma pessoa analisar entre o que é certo ou errado para ela própria, em todos os sentido, desde alimentos que se coma até a religião que se segue, indica uma auto-estima elevada. Indica, na verdade, uma vida mais feliz.
Sejamos felizes!!!

quarta-feira, 25 de julho de 2007

15 práticas para elevar a auto-estima

1. A prática de viver conscientemente. Participar intensamente daquilo que fazemos enquanto o fazemos, buscar e estar totalmente aberto a qualquer informação, conhecimento que afirme nossos interesses, valores, metas e planos.

2. A prática da auto-aceitação. Conseguir ouvir críticas ou idéias diferentes sem nos tornarmos hostis ou competitivos.

3. A prática do senso de responsabilidade. Cada um de nós é responsável pela própria vida, pelo próprio bem-estar; que, se precisarmos da cooperação de outras pessoas para atingir nossos objetivos, devemos oferecer algo em troca; e que a pergunta não é "De quem é a culpa?", mas sempre "O que precisa ser feito?".

4. A prática da auto-afirmação. Respeitar os próprios valores e as outras pessoas.

5. A prática de viver objetivamente. Estabelecer nossos objetivos ou planos de curto e longo prazo. Faça uma lista de tudo o que deseja ter ou realizar.

6. A prática da integridade pessoal. É dizer a verdade, honrar nossos compromissos e servir de exemplo dos valores que declaramos admirar; é tratar os outros de maneira justa.

7. Harmonize seu lar. Abra portas e janelas e comece uma limpeza. Faça isso em todas as dependências da casa ou escritório. Lembre-se, só fica o necessário!

8. Coma bem. Respeite os momentos das refeições. Evite falar sobre problemas. Acalme-se.

9. Preste atenção em você. Perceba os seus pensamentos, os negativos e positivos. Você não é os seus pensamentos, mas eles têm uma enorme força sobre a sua vida. Se você tem mais pensamentos negativos, isto demonstra que você é uma pessoa negativa. Você pode mudar a sua vida, mudando a qualidade de seus pensamentos, cultivando os positivos e os elevados. Quando o pensamento negativo lhe assaltar a mente, repita por sete vezes: "este pensamento não tem força sobre mim". Com o tempo você perceberá que no jardim existem rosas e espinhos, e que a felicidade é um presente para quem observa as rosas e a tristeza para quem observa os espinhos.

10. Tenha objetivos. Materiais e espirituais. O verdadeiro Bem-Estar só é alcançado por meio dos objetivos espirituais. Procure se tornar uma pessoa mais paciente, bondosa, serena, confiável e amiga, além de humilde, aberta, sincera e simples e, principalmente, uma pessoa que tenha fé e confiança na vida.

11. Faça exercícios. Escolha um exercício que lhe agrade, caminhar, dançar e nadar são os mais recomendados. O movimento inicial de tomar a decisão de começar exige um certo esforço, assim como qualquer mudança.

12. Utilize seus talentos. Todos têm dons e talentos. Descubra quais são eles e comece a colocar em prática.

13. Medite, medite e medite. Além de terapêutica é a melhor ferramenta para o crescimento pessoal e espiritual. Cada um deve praticar da maneira que se sentir melhor. Procure um livro, um curso ou um mestre, pois vai fazer você encontrar a pessoa mais importante do mundo: você mesmo!

14. Aceite a vida. Pare já de reclamar. Volte sua mente para o que a vida oferece de bom. Ajude ao próximo, seja uma pessoa sincera, alegre e procure trabalhar com amor. Aceite sua casa e seus bens. Aceite as pessoas como elas são e, principalmente, se aceite como você é, seu corpo, sua personalidade. Mas aceitar não significa se acomodar com os problemas e dificuldades da vida. Devemos buscar a força para mudar o que podemos mudar, e a aceitação para o que não se pode ser diferente.

15. Visite a natureza. Pelo menos uma vez por mês, faça uma visita à mãe natureza. Pisar descalço na terra descarrega as energias negativas. E não se esqueça... você é parte da natureza e deve estar em harmonia com ela se quiser manter ou recuperar a qualidade de sua vida.

Seja feliz!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Reumatismo

Acredito que muitos leitores irão se identificar com esta coluna, infelizmente... Reumatismo se caracteriza por perda da flexibilidade e em alguns casos desgaste das articulações com dores momentâneas ou constantes, às vezes por anos e anos a fio, sem trégua. Movimentos simples como pentear os cabelos, subir as escadas, estender a roupa no varal, andar de bicicleta ou até mesmo caminhar tornam-se verdadeiros suplícios, fazendo com que sintamos dores, dores e mais dores. Quando uma pessoa nos procura em consultório e resolve seguir orientações que envolvam mudanças em seu estilo de vida para reverter o processo reumático que desencadeou, antes de mais nada fazemos com que esta pessoa entenda justamente isto: NÓS DESENVOLVEMOS NOSSA PRÓPRIA SAÚDE OU NOSSA PRÓPRIA DOENÇA! E a melhor forma para entendermos isto é o exemplo, a prática. Vejamos bem: nos programas de televisão que falam sobre saúde, geralmente mostram pessoas idosas com toda a flexibilidade do mundo, sem dores, osteoporose... nada! Quando são questionadas sobre qual seria o “segredo” para este “milagre”, eles simplesmente mostram um prato com muita salada, líquidos saudáveis sendo bebidos durante todo o dia, prática regular de alongamentos e atividades físicas, uma religiosidade muito bem resolvida (em qualquer caminho que escolhermos) e alegria e gratidão à Vida. E é verdade, é simples assim. Portanto, para as pessoas que querem viver de forma mais saudável e feliz, sem dores, aqui vão algumas dicas. Temos certeza que farão toda diferença em seu dia-a-dia:

  • Inicie o dia com uma boa oração, agradecendo estar vivo e com oportunidades de viver melhor. Neste momento, não tente esquecer a dor, apenas lembre-se daqueles dias em que ela não existia e como você se sentia feliz dessa forma.
  • Busque mudar o básico café-com-leite-com-pão-nata-e-presunto para alimentos mais saudáveis em seu desjejum. Frutas são uma ótima sugestão saudável. Busque comer frutas diferentes todos os dias.
  • Beba meio copo de água a cada hora. Afinal, não usamos refrigerantes ou sucos artificiais para limparmos o chão de nossa casa, não é?
  • Durante o almoço, coma metade do seu prato de comida em forma de saladas. Não viva para comer, mas sim coma para viver! Uma sugestão contra reumatismo são a rúcula, agrião, salsinha e brócolis.

Bem, este é um bom começo para suas mudanças. É claro que há muito mais o que fazer, mas temos certeza que com estas simples opções de saúde, grandes diferenças serão percebidas em alguns dias.

Sejam felizes!

terça-feira, 12 de junho de 2007

Qualidade de vida através do ensinamento ancestral peruano.

Dura realidade: o mundo em que vivemos está transformando-se mais e mais em um lugar hostil, agressivo. Radiações de aparelhos de celular, do computador, do televisor, das torres de telefonia, alimentação basicamente artificial e sem vida, etc., fazem com que nosso corpo receba agressões que aceleram o processo de envelhecimento, desencadeando uma série de doenças. Além disso, estamos sempre buscando uma maior e melhor resposta muscular em nossas práticas desportivas, bem como uma melhora na qualidade do desempenho intelectual. Estas são, basicamente, as buscas de saúde do homem e mulher modernos. Para resolver esta situação nós podemos recorrer à Maca (Lepidium Meyenii), uma planta medicinal peruana, usada há pelo menos 2.000 anos pelos povos andinos como um suplemento alimentar. Na verdade, é bem mais que isso: além de ser usada há muito em cerimônias e rituais para a fertilidade, pois possui propriedades que aumentam a libido (em ambos os sexos) e a produção de espermas, a Maca é uma grande fonte de nutrientes e energia, sendo perfeitamente indicada para atletas amadores ou profissionais ou simplesmente para quem deseja uma maior disposição em suas atividades e melhor qualidade de vida. Em sua composição encontramos 60% de carboidratos, 10% de proteína, 8,5% de fibras e 2,2% de gorduras, além de selênio, cálcio, magnésio e ferro. Ácido linilênico, palmítico e oléico, assim como alguns polissacarídeos também compõem seu cartel de elementos benéficos à saúde humana. No Peru, os povos nativos geralmente a utilizam como farinha em alimentos, como a nossa farinha de mandioca. Aqui no Brasil podemos encontrar a Maca sob a forma de cápsulas e tintura em Casas de Produtos Naturais e em Farmácias de Manipulação. A Maca mostra-se muito eficiente, portanto, por dois motivos: por ser um tônico poderoso capaz de melhorar o desempenho generalizado do organismo e por receber atualmente comprovações da ciência quanto à sua eficácia, reconhecida há milhares de anos pelos povos sul-americanos. Sejamos felizes!

domingo, 10 de junho de 2007

Iridologia

A partir do momento em que o ser humano adquiriu consciência de se auto-analisar, surge a Iridologia, mantida como forma de medicina tradicional por nossos antepassados até os dias de hoje e beneficiada atualmente com as pesquisas científicas que comprovam os vários métodos antigos de obtenção e manutenção da saúde. Através da análise de saúde por meio da íris dos nossos olhos (Iridologia) podemos então alcançar ou manter a qualidade de vida desejada, através de mudanças simples em hábitos do dia-a-dia (alimentação, atividades físicas, etc.). Desta forma podemos inclusive obter uma visão preventiva de saúde, pois as heranças genéticas à fragilidades (aquilo que herdamos dos nossos avós, pais) também estão impressas em nossos olhos: temos assim mais um recurso que nos permite alcançar um processo de envelhecimento bem mais saudável! A iridologia surgiu na China há aproximadamente 5.000 anos, mas se difundiu mais efetivamente na Europa apenas por volta de 1.881, com a divulgação de pesquisas feitas por um médico húngaro Ignatz von Peczely que, ao caçar uma coruja, percebeu que além da perna fraturada na armadilha, o animal também apresentava um sinal marcante em um dos olhos. O que lhe surpreendeu foi que este sinal diminuía ao cicatrizar da fratura.
A partir desta constatação, passou a estudar os sinais dos olhos de seus pacientes, identificando a relação entre os sinais expressos nos olhos e a qualidade de saúde do individuo. Esta ciência continua sendo aprimorada até os dias de hoje principalmente em paises como Itália, Estados Unidos e Brasil. Em nenhum momento pretende substituir cuidados e/ou diagnósticos médicos, mas sim ao contrário, coloca-se como mais uma ferramenta que nos possibilita viver a qualidade de vida que desejamos. Sejamos felizes.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Leite: Realmente benéfico?

Atualmente, com a evolução da ciência e de outros campos importantes a toda a sociedade, muitos sistemas e diversas crenças estão sendo reavaliados. Na área da saúde, muitos tratamentos ou métodos alimentares antes tidos como convencionais e seguros, já são vistos como desnecessários e até agressivos. Uma das questões mais polêmicas é o consumo do leite e derivados. Para muitos profissionais da saúde, o leite e seus derivados ainda são tidos como uma das melhores fontes de cálcio, elemento necessário para a recuperação de casos degenerativos como osteoporose, artrose e outros.
Contudo, pesquisas recentes indicam que o cálcio secundário (animal), contido no leite e seus derivados e o cálcio terciário (sintético) não são assimilados de uma maneira tão efetiva quanto se acreditava, deixando muito a desejar em relação ao cálcio primário (que provém das sementes, folhas verdes e dos legumes crus) que seria muito melhor aproveitado pelo organismo, adequando-se mais perfeitamente ao metabolismo humano. E não é só isso. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos e Europa que estudam a incompatibilidade do leite de outras espécies quando ingerido pelo homem, mostram que esta classe de alimento apresenta algumas substâncias agressivas em quantidades excessivas podendo, com o uso contínuo, gerar doenças graves como bronquite e asma, artrite, reumatismo, bursite, gota, etc. O motivo disto seria o acúmulo nas articulações, cavidades e mucosas de uma substância chamada “muco”, que com o passar dos anos iria cristalizando-se e causando dores articulares intensas, crises de congestão nasal (rinite ou sinusite), caspa e oleosidade excessiva no couro cabeludo, além de uma espécie de corrimento vaginal esbranquiçado e sem odor. Segundo os pesquisadores, o corpo humano estaria expelindo este excesso de muco através dos orifícios, pele e extremidades. Fato comprovado ou não, o que se vê é que as pessoas que resolvem optar por diminuir consideravelmente a utilização do leite animal e seus derivados apresentam de início uma melhora realmente efetiva nos problemas respiratórios. No entendimento da medicina natural, uma das primeiras providências adotadas no tratamento de osteoporose, reumatismo e males respiratórios é justamente a não ingestão temporária de laticínios, para que, junto de produtos que efetuem uma desintoxicação geral no organismo e o consumo de fontes vegetais de cálcio, se possa reverter a situação (de uma maneira lenta e gradual sim, mas efetiva!). As maiores fontes de cálcio primário (vegetal) são as sementes de gergelim, dolomita, castanhas, couve e brócolis. Só para ter-se uma idéia, nas sementes de gergelim encontramos aproximadamente 4 vezes mais cálcio que no leite de vaca!!! E o melhor: nosso organismo aproveita praticamente todo ele, sem efeitos secundários agressivos, como ocorre com os laticínios. Em clínicas de tratamento natural, são produtos que são usados há muito, proporcionando a reposição de massa óssea em tratamentos de osteoporose e demais doenças degenerativas do sistema estrutural, indo em contra aos diagnósticos antes tidos como “incuráveis”. Em todos os casos, vale pensar: na natureza, o único mamífero que se alimenta de leite após o surgimento de todos os dentes é o ser humano. Será que isto é natural? Sejamos felizes.
Tabela comparativa da quantidade de cálcio em alguns alimentos:
  • Leite Integral: 200ml (1 copo) - 246mg
  • Leite desnatado: 200ml (1 copo) - 246mg
  • Queijo minas: 50g (2 fatias) - 341mg
  • Couve (cozida): 50g (4 colheres) - 102mg
  • Brócolis (cozida): 50g (4 colheres) - 60mg
  • Amêndoas: 50g (2 colheres) - 500mg
  • Sementes de gergelim: 50g (2 colheres) - 205mg
  • Sementes de girassol: 50g (3 colheres) - 800mg

sábado, 26 de maio de 2007

Alimentação em função do tipo de sangue

Imagine-se vivendo com todo o seu potencial de saúde... Imagine-se vivendo com um nível de felicidade e de disposição física e intelectual que você poucas vezes experimentou... Imagine-se desfrutando de uma sexualidade com seu(ua) parceiro(a), sem medos ou inseguranças de não superar as expectativas... Seria muito bom, não é? Bem, a ótima notícia é que tudo isso é muito mais fácil de ser vivido que se poderia imaginar! A partir de uma alimentação adequada quimicamente com nosso tipo de sangue, podemos potencializar todas as funções de nosso corpo e de nossa intelectualidade. Usando uma comparação bem presente em nosso dia-a-dia, seria como oferecer ao nosso carro um combustível da melhor qualidade possível, uma vez que se queira desfrutar de tudo o que ele possa nos oferecer! A dura realidade, contudo, é que, muitas vezes atravessamos a cidade em busca de um combustível de melhor qualidade para nosso carro, mas colocamos qualquer “coisa” boca adentro, sem uma análise mínima para que possamos definir se este ou aquele alimento é ou não conveniente à minha saúde ou à qualidade de vida que quero em meus dias. Partindo do princípio que cada tipo de sangue (são quatro: O, A, B e AB) define padrões bem característicos a cada indivíduo, alimentar-se em função do tipo de sangue significa oferecer para si o que seu próprio corpo necessita, muitas vezes bem diferente das necessidades das pessoas que vivem conosco e com tipos de sangue diferentes. É preciso saber também que podemos viver em outra realidade de saúde, modificando o conceito equivocado que diz que envelhecer é sinônimo de adoecer! Alimentar-se em função do tipo de sangue, portanto, significa desfrutar de toda saúde que nosso corpo e intelecto possam nos oferecer ao respeitar nossa individualidade. Desta forma, viveremos dias de muita saúde, programando um futuro de ótima qualidade. Sejamos felizes!