Auto-estima
Uma pesquisa realizada em 2006 pela International Stress Managemant Association (ISMA) constatou que nada mais, nada menos que 59% da população brasileira sofre de baixa auto-estima, contra 27% dos franceses e apenas 22% dos norte-americanos. É assustador, mas infelizmente, a mais dura realidade!
A questão está tão arraigada em nossa cultura, que expressões como “tudo bem!” ou “desculpas por alguma coisa!” já fazem parte do nosso dia-a-dia. Há um tempo, uma montadora de automóveis no Brasil lançou na mídia uma propaganda de um de seus carros, onde mostrava o cidadão pedindo um suco de limão e lhe entregavam um caminhão de limões que caíam em sua cabeça e ele simplesmente respondia, erguendo seu dedão com um sinal de aprovação dizendo: “tudo bem!!!”.
Pois é, e assim vamos aceitando todas as coisas passivamente, sem colocarmos energia naquilo que realmente gostaríamos. Desta forma, é claro que não poderemos reclamar se nossa vida não está como imaginamos no sentido de felicidade, saúde, relacionamentos, porque... TUDO BEM!!!, não tem problema!!!....
Sabe aqueles dois centavinhos que sempre “esquecem” de nos devolver no troco do mercado e que nós não damos importância? Como poderemos enriquecer se não valorizamos nosso próprio dinheiro? Diz o ditado que “a grande obra se faz nos pequenos detalhes!”... Pois é. Com certeza eles não deixam de nos cobrar esses “pequenos” dois centavinhos, não é? Analisando: quem está rico e quem está pobre???
Quanto a nossa saúde, também funciona assim. Quem ama a quem não se ama verdadeiramente? Como respeitar alguém que não se respeita? Será que é adequado deixarmos propagandas de refrigerantes e outros alimentos industrializados ditarem o que é saudável para nós ou nossos filhos sem uma análise mais criteriosa??? O fato de uma pessoa analisar entre o que é certo ou errado para ela própria, em todos os sentido, desde alimentos que se coma até a religião que se segue, indica uma auto-estima elevada. Indica, na verdade, uma vida mais feliz.
Sejamos felizes!!!
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