terça-feira, 12 de junho de 2007

Qualidade de vida através do ensinamento ancestral peruano.

Dura realidade: o mundo em que vivemos está transformando-se mais e mais em um lugar hostil, agressivo. Radiações de aparelhos de celular, do computador, do televisor, das torres de telefonia, alimentação basicamente artificial e sem vida, etc., fazem com que nosso corpo receba agressões que aceleram o processo de envelhecimento, desencadeando uma série de doenças. Além disso, estamos sempre buscando uma maior e melhor resposta muscular em nossas práticas desportivas, bem como uma melhora na qualidade do desempenho intelectual. Estas são, basicamente, as buscas de saúde do homem e mulher modernos. Para resolver esta situação nós podemos recorrer à Maca (Lepidium Meyenii), uma planta medicinal peruana, usada há pelo menos 2.000 anos pelos povos andinos como um suplemento alimentar. Na verdade, é bem mais que isso: além de ser usada há muito em cerimônias e rituais para a fertilidade, pois possui propriedades que aumentam a libido (em ambos os sexos) e a produção de espermas, a Maca é uma grande fonte de nutrientes e energia, sendo perfeitamente indicada para atletas amadores ou profissionais ou simplesmente para quem deseja uma maior disposição em suas atividades e melhor qualidade de vida. Em sua composição encontramos 60% de carboidratos, 10% de proteína, 8,5% de fibras e 2,2% de gorduras, além de selênio, cálcio, magnésio e ferro. Ácido linilênico, palmítico e oléico, assim como alguns polissacarídeos também compõem seu cartel de elementos benéficos à saúde humana. No Peru, os povos nativos geralmente a utilizam como farinha em alimentos, como a nossa farinha de mandioca. Aqui no Brasil podemos encontrar a Maca sob a forma de cápsulas e tintura em Casas de Produtos Naturais e em Farmácias de Manipulação. A Maca mostra-se muito eficiente, portanto, por dois motivos: por ser um tônico poderoso capaz de melhorar o desempenho generalizado do organismo e por receber atualmente comprovações da ciência quanto à sua eficácia, reconhecida há milhares de anos pelos povos sul-americanos. Sejamos felizes!

domingo, 10 de junho de 2007

Iridologia

A partir do momento em que o ser humano adquiriu consciência de se auto-analisar, surge a Iridologia, mantida como forma de medicina tradicional por nossos antepassados até os dias de hoje e beneficiada atualmente com as pesquisas científicas que comprovam os vários métodos antigos de obtenção e manutenção da saúde. Através da análise de saúde por meio da íris dos nossos olhos (Iridologia) podemos então alcançar ou manter a qualidade de vida desejada, através de mudanças simples em hábitos do dia-a-dia (alimentação, atividades físicas, etc.). Desta forma podemos inclusive obter uma visão preventiva de saúde, pois as heranças genéticas à fragilidades (aquilo que herdamos dos nossos avós, pais) também estão impressas em nossos olhos: temos assim mais um recurso que nos permite alcançar um processo de envelhecimento bem mais saudável! A iridologia surgiu na China há aproximadamente 5.000 anos, mas se difundiu mais efetivamente na Europa apenas por volta de 1.881, com a divulgação de pesquisas feitas por um médico húngaro Ignatz von Peczely que, ao caçar uma coruja, percebeu que além da perna fraturada na armadilha, o animal também apresentava um sinal marcante em um dos olhos. O que lhe surpreendeu foi que este sinal diminuía ao cicatrizar da fratura.
A partir desta constatação, passou a estudar os sinais dos olhos de seus pacientes, identificando a relação entre os sinais expressos nos olhos e a qualidade de saúde do individuo. Esta ciência continua sendo aprimorada até os dias de hoje principalmente em paises como Itália, Estados Unidos e Brasil. Em nenhum momento pretende substituir cuidados e/ou diagnósticos médicos, mas sim ao contrário, coloca-se como mais uma ferramenta que nos possibilita viver a qualidade de vida que desejamos. Sejamos felizes.